IFRS 16

O ano de 2019, ano que entra em vigor a norma de
Arrendamento (IFRS 16), é um ano cabalístico para a
Contabilidade.
Na numerologia, 2019 tem-se o número 12 ao somarmos os
algarismos (2+0+1+9) que é a mesma quantidade de caracteres
que temos na palavra Arrendamento (12).
Incrível não!?!?
Obviamente, trata-se de mera coincidência.
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Quando falamos de Arrendamento temos transações de Leasing e
de Locação.
As transações com Leasing são feitas, de um modo geral, com
Bancos. Já as de Locação são com Fabricantes ou
Prestadores de Serviços. Para os contratos de Leasing sempre
teve a classificação contábil como Arrendamento Financeiro. Ou
seja, nada mudará com a IFRS 16.
A mudança significativa está em contratos de Locação, pois até
2007 todos eram tratados com0 Arrendamento Operacional
(despesa de aluguel). A partir de 2008, com a vigência da Lei
11638/17 e da norma internacional de Arrendamento (IAS 17/CPC
06), parte destes contratos (de Locação) passou a ser classificado
como Arrendamento Financeiro, quando da transferência de riscos
e benefícios ao arrendatário.
Logo, neste período (2008-2018) parte dos contratos de Locação é
classificado como Operacional e parte como Financeiro.
A partir deste ano (2019), em princípio, todos os contratos de
Locação serão classificados como Arrendamento Financeiro,
reconhecendo na data inicial o Ativo (como Direito de Uso) e o
respectivo Passivo de Arrendamento. Para tanto, o que antes
era despesa de aluguel agora passa a ser despesa de depreciação
(Direito de Uso) e despesa financeira (Juros do Passivo).
Esta mudança de tratamento contábil gerará uma distorção (do que
era feito até então) durante todo o contrato.
Consequentemente, teremos impacto no Balanço, Resultado,
Indicadores de Liquidez, Endividamento (Covenants),
EBITDA, Tributário (IR e CSLL, além do crédito do PIS/Cofins),
etc.
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Enfim, os ajustes são grandes e, numa análise grosseira, sem levar
em consideração a essência da norma IFRS 16, o usuário da
informação pode ser induzido a tomar decisões de forma
enviesada.
O ideal é que a empresa tenha todo o mapeamento de seus contratos
a fim de fazer as análises necessárias.
A Virtus, empresa especializada em IFRS, pode orientá-lo em:
Para maiores informações, consulte-nos*!!!
Obs: *Consulte-nos tem 12 caracteres. Coincidência também tem.
Mas, no nosso caso é Conhecimento mesmo!!!
Edmir Lopes de Carvalho
CEO da Virtus

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